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QUEM SOMOS

O Colégio Laura Vicunha situa-se em Vendas Novas, a sala de visitas do Alentejo.
Vendas Novas começou por ser um pequeno aglomerado, junto à estrada principal, ao qual os viajantes chamavam "Vendas". E, em virtude da abundância do ouro vindo Brasil, em 1728, foi construído o Palácio das Passagens, mandado edificar por D. João V, para servir de abrigo à comitiva real, de passagem por aqui, com destino a Espanha. Este Palácio muito contribuiu para o desenvolvimento da região.
Em 1856, por decisão de D. Pedro e por vontade do povo, estabeleceu-se no Palácio das Passagens, a unidade militar que veio trazer à terra um grande incremento.

A população aumentou, o comércio desenvolveu-se e surgiram novas atividades, recentemente implementadas no Parque Industrial.
Em 1993, a Assembleia da República aprovou, por unanimidade, o Projecto-Lei nº273/VI que elevou a Vila de Vendas Novas à categoria de Cidade.
É neste ambiente que surge, em 1966, o Colégio Laura Vicunha, tendo iniciado a sua atividade no atual edifício da GNR, até 1972, ano em que se transferiu para as atuais instalações.


MISSÃO

“Ensinar educando e educar ensinando”

O Colégio Laura Vicunha existe em Vendas Novas desde 1966.
É uma escola privada, católica e salesiana, portadora de uma rica herança educativa deixada por S. João Bosco e Sª Maria Mazzarello.
Durante mais de quatro décadas, passaram por aqui centenas de jovens … Aqui estudaram, conviveram, fizeram amigos… Aqui foram estruturando a sua personalidade num ambiente que, de per si, propõe valores humanos e religiosos. Foram muitos os jovens que aqui viveram uma adolescência feliz que não impedia de os responsabilizar pelo cumprimento do dever quotidiano, por um bom desempenho escolar e pelo dever do respeito mútuo na comunidade educativa.
As irmãs salesianas chegaram a Vendas Novas em 1966 e começaram por dirigir uma escola que até à data era pertença dos salesianos (que se tinham mudado para S. Domingos Sávio), no local onde hoje se situa o quartel da GNR. Na altura, o colégio era apenas feminino e tinha a lotação de 87 alunas divididas pela Escola Infantil, Ciclo Preparatório e Curso Geral dos Liceus.
Em 1973, o Colégio mudou de instalações e surgiu um Colégio novo, com ótimas instalações na atual Av. 25 de Abril. Escolheu para sua patrona a adolescente Laura Vicunha, uma aluna salesiana de vida exemplar, natural da Argentina e que deu o nome ao Colégio.
Atualmente o Colégio tem cerca de 200 alunos, com todos os níveis do Ensino Básico desde o Ensino Pré-Escolar até ao 1º, 2º e 3ºciclos assegurando uma continuidade educativa norteada por um conjunto de princípios apresentados na Proposta Educativa Salesiana. Em Setembro de 2007, a Câmara Municipal, por ocasião das festas do concelho, atribuiu-lhe a medalha de mérito municipal, classe ouro, em reconhecimento da obra educativa desenvolvida.
O conceito de escola assenta na ideia de uma comunidade educativa como herança salesiana (a escola como uma casa e não apenas simples organização administrativa) que projeta uma educação assumida e partilhada por todos os que trabalham na escola com a família e instituições. Desenvolve uma educação integral que favoreça o crescimento do jovem em todas as suas dimensões. A proposta de educação à fé é feita de um modo explícito e presta-se uma atenção muito particular ao ambiente e às relações entre todos os membros da Comunidade.
Ao jeito de síntese, a Proposta Educativa Salesiana privilegia:
O critério preventivo que ajuda a crescer mediante propostas positivas de Bem;
Um ambiente educativo que se caracteriza por um clima de alegria, de festa e de amizade, de trabalho diário e de esforço concreto;
Uma relação educativa que se traduz em diálogo, confiança, respeito e simpatia;
Oferta de uma formação religiosa e tempos de vivência da fé cristã que conduz a uma relação pessoal com Deus e de pertença à Igreja.
Para além das atividades letivas curriculares, o Colégio valoriza o teatro, as festas, a música, o desporto e diversas atividades culturais. Ensina educando e educa ensinando para fazer dos jovens “honestos cidadãos e bons cristãos” na expressão de S. João Bosco.